Fez-se o sol pelas esquinas,
becos e viadutos
janelas e portas
banhistas e mendigos
naquele dia, cada gota de suor
era mais uma apenas ,naquele oceano
de almas...
e ,no fim de tarde, a lua havia enxugado
o mundo da indiferença humana
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
E o velho se espreguiça na esquina,
cruza seus braços,
joga seu olhar,
e o devolvem, cada pessoa a cruzar
O homem de barba branca
não mais se importa,
com nada ou ninguém
apenas encara quem o encarar também
Sentado em um banco de manhã
com sua cara fechada
encarcera-se em 5x3 metros quadrados
Não vive a vida mas observa os fatos
cruza seus braços,
joga seu olhar,
e o devolvem, cada pessoa a cruzar
O homem de barba branca
não mais se importa,
com nada ou ninguém
apenas encara quem o encarar também
Sentado em um banco de manhã
com sua cara fechada
encarcera-se em 5x3 metros quadrados
Não vive a vida mas observa os fatos
domingo, 21 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
I
Meu amor por ti não se rasteja,
há algum tempo,
pelo chão de minha consciência.
surra de seu desalento
II
Novo e forte, se embriagava
em torneiras e alambiques alheios
Corria nu sem pudor
e mergulhava no mar de sua graça
Velho e ranzinza, hoje
pragueja aos céus e implora perdão depois
Não sente mais tanto desconforto
quando esconde seus ciúmes
Meu amor por ti não se rasteja,
há algum tempo,
pelo chão de minha consciência.
surra de seu desalento
II
Novo e forte, se embriagava
em torneiras e alambiques alheios
Corria nu sem pudor
e mergulhava no mar de sua graça
Velho e ranzinza, hoje
pragueja aos céus e implora perdão depois
Não sente mais tanto desconforto
quando esconde seus ciúmes
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