tinha a mente cárcere, pássaro em gaiola
não cantava para o nascer do sol e quem entrasse
não conseguia voar; tinha medo ele de altura
até que um dia, uma ideia o libertou
não voltou mais; talvez se perdera...
quinta-feira, 7 de março de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Aonde foi minha desleixada alma?
Caminho por entre as sarjetas e mendigos
desta velha cidade bêbada
Bêbada de pessoas, de carros,
de outras almas vacilantes
Suspiro a cada homem de giz
marcado no chão pela polícia da Providência
Finalmente, acho-a trancada no banheiro do puteiro
ela não se olha no espelho porque não se reconhece
abro a porta e ela não me vê porque não me reconhece
Caminho por entre as sarjetas e mendigos
desta velha cidade bêbada
Bêbada de pessoas, de carros,
de outras almas vacilantes
Suspiro a cada homem de giz
marcado no chão pela polícia da Providência
Finalmente, acho-a trancada no banheiro do puteiro
ela não se olha no espelho porque não se reconhece
abro a porta e ela não me vê porque não me reconhece
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Não se via a ponta de seus dedos
enquanto eles batiam e requebravam
furiosos e frenéticos nas cordas de aço
banhadas de suor e aplausos
E o som...
eles subiam esfregados nelas
e uma mulher na platéia suspirava
como se aquelas cordas fossem suas pernas
O sax gritava e atravessava com o som
as ruas do bairro pobre mal iluminado
(nada mais poderia ser descrito por palavras
e não cabe a esse autor escrever partituras)
enquanto eles batiam e requebravam
furiosos e frenéticos nas cordas de aço
banhadas de suor e aplausos
E o som...
eles subiam esfregados nelas
e uma mulher na platéia suspirava
como se aquelas cordas fossem suas pernas
O sax gritava e atravessava com o som
as ruas do bairro pobre mal iluminado
(nada mais poderia ser descrito por palavras
e não cabe a esse autor escrever partituras)
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